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Depoimento da Line de Niterói/RJ

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Olá! Meu comecinho foi igual a de todos. Lá pelos idos de 1993, muitas dores no abdômen, fraqueza, vômitos, inúmeras ultras, medicina pouco sabia ainda como tratar.

Quando desenvolvi uma fístula, operei, depois, tive uma obstrução intestinal em 1995. Fiz aqueles raio X de trânsito delgado e mostrava algumas estenoses (características do Crohn). Perdi quase 50cm de delgado. Em 2001, operei novamente, perdendo mais 30cm. Até que uma amiga me indicou tratamento no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho e foi a melhor coisa que me aconteceu.

Passei por diversos medicamentos: asalit, azulfin, metronidazol, pentasa, meticorten (sou córtice-dependente), passando a azatioprina em 2004 ou 2005. Operei novamente em 2011 mas, foi estenoplastia para enlarguecer, digamos assim, a emenda das cirurgias anteriores, que não ficou muito legal. Toda vez que faço a enterografia por TC ou RM, aparece ela lá, bem larguinha ainda (a emenda). Ufa!

Sigo tudo direito, sou concursada, não me entreguei, sempre procurei não comer o que a nutricionista proibia (e que, venhamos e convenhamos, não faz bem nem para quem tem saúde, né: embutidos, enlatados, pimenta, álcool, pouco ou nenhum refrigerante, etc).

Hoje, encontro-me em remissão, desde 2011. E por estar assim, comecei o uso de Adalimumabe em março do ano passado (2020). Em janeiro de 2021, a médica me tirou a azatioprina e estou há 4 meses só com o Adalimumabe e com fé que tudo vai continuar bem.

Não perca a fé, você que ainda está em descoberta da doença, verificando qual medicamento vai ser melhor. Hoje em dia, descobre-se a doença mais fácil, tem remédios top de linha. Vocês não passaram pela nossa trajetória que sofremos. Sou prova de que, com médicos adequados, lugares bons de se tratar e a tal paciência (pois, cada organismo reage de um jeito), você que está lendo esse textão, rsrsrsrs…, também ficará super bem.

Beijo grande no coração e vamos em frente! Ninguém está só nessa batalha e nem vocês!

Sou a Line, moro em Niterói – Rio de Janeiro, tenho 43 anos, tenho doença de Crohn e sou Servidora Pública.

 

 

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