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Bullying, depressão e suicídio

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Não é toda vítima de bullying que corre risco de suicídio, mas a relação entre uma coisa e outra é inegável

Olá pessoal! Seguindo o combinado no texto publicado ontem, sobre o menino que cometeu suicídio devido aos ataques de bullying que sofria com a sua colostomia, vamos para o segundo texto dessa semana. Teremos mais textos sobre o assunto? Sim e se você não leu o primeiro, clique aqui: Menino Colostomizado se Suicida Após Sofrer Bullying  Gostaria de ajudar? Contribua com um depoimento e ajude nesse trabalho de conscientização: Conte Sua História
Fiz uma pesquisa sobre bullying e suicídio para compartilhar informações importantes sobre o assunto, colaborar com a campanha Janeiro Branco e tentar despertar o respeito e a empatia. Quem sabe conscientizando sobre esses assuntos a gente consegue um resultado positivo para os ostomizados?

Bullying, depressão e suicídio

Na década de 1980, pesquisas nos EUA afirmavam que essas mortes por suicídio poderiam ocorrer por imitação. E esses estudos reforçaram a ideia de que “não podemos falar sobre o assunto”. Mais de 30 anos depois, a Organização Mundial da Saúde vai na direção contrária, dizendo que, sim, precisamos conversar sobre o suicídio.

“Não é proibido falar, só não podemos falar de forma errada. Não podemos glamourizar, nem ensinar técnicas”, diz o psiquiatra Antônio Geraldo da Silva, presidente eleito da Associação Psiquiátrica da América Latina (APAL).

De acordo com o psiquiatra Elton Kanomata, do hospital Albert Einstein, um primeiro ponto da diferença entre os adolescentes e outras faixas etárias é que eles ainda estão concluindo seu desenvolvimento cerebral.

“Toda a parte mental deles está em desenvolvimento. A questão da resiliência e da capacidade de lidar com as frustrações podem não estar prontas”, afirma.

O psiquiatra Antônio Geraldo da Silva corrobora a tese e vai além, lembrando que o cérebro está em formação até os 22 ou 23 anos de idade.

“Nós estamos expondo esses cérebros em formação a vários tipos de estressores. (…) Isso leva à predisposição do aparecimento de doenças mentais, como a depressão”, diz.

Agora acho que fica mais claro entender o estrago que o bullying faz na vida de uma criança de 10 anos que sofria constantes agressões sobre a sua ostomia somando-se a um episódio racista no ônibus.

13 Orientações da APRS sobre o suicídio na adolescência

A Associação de Psiquiatria do RS (APRS), motivada pelas inúmeras notícias veiculadas na mídia e disseminadas nas redes digitais e aplicativos de mensagens sobre o “Jogo da Baleia Azul” e o seriado “13 Reasons Why”, desenvolveu uma série de orientações para a comunidade, no formato “mito” ou “verdade”, sobre suicídio na adolescência.
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Fontes:

G1 Ciência e Saúde

13 Orientações da APRS sobre o suicídio na adolescência

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