Saúde Mental – Farmale https://farmale.com.br Tue, 17 Sep 2024 12:50:33 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.3 https://farmale.com.br/wp-content/uploads/2025/04/cropped-cropped-logosf-300x136-1-32x32.png Saúde Mental – Farmale https://farmale.com.br 32 32 Psicóloga Maria Paula Gonçalves será a Professora hoje no Navegador ALEMDII 4.0 com o tema: Importância do Acolhimento e Humanização https://farmale.com.br/2024/09/17/psicologa-maria-paula-goncalves-sera-a-professora-hoje-no-navegador-alemdii-4-0-com-o-tema-importancia-do-acolhimento-e-humanizacao/ https://farmale.com.br/2024/09/17/psicologa-maria-paula-goncalves-sera-a-professora-hoje-no-navegador-alemdii-4-0-com-o-tema-importancia-do-acolhimento-e-humanizacao/#respond Tue, 17 Sep 2024 12:50:33 +0000 https://farmale.com.br/?p=40953

📚 Hoje teremos a 3ª Aula do curso Navegador ALEMDII que chega à sua 4ª edição com o objetivo de seguir capacitando pessoas com DII

🎤 Maria Paula Gonçalves será nossa Professora hoje com o tema: Importância do Acolhimento e Humanização.
 
🌟Maria Paula é Psicologia humanista; Psicóloga voluntária da ALEMDII; Atuante na área da saúde desde 2009; Paciente de doença de Crohn desde 2013.
 
⚠ Acesso à aula somente para os inscritos no 4º Navegador ALEMDII❗
 
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Pessoas que são a paz em forma de abraço https://farmale.com.br/2022/10/24/pessoas-que-sao-a-paz-em-forma-de-abraco/ https://farmale.com.br/2022/10/24/pessoas-que-sao-a-paz-em-forma-de-abraco/#respond Mon, 24 Oct 2022 15:25:26 +0000 https://farmale.com.br/?p=37930 Pessoas que são «vai correr tudo bem»,

pessoas que são «vai dar certo», pessoas que são a paz em forma de abraço, que nos empurram para o melhor de nós, que são o nosso sorriso em ‘dias não’, que são a
ponte quando só vemos
abismo, que são rede
quando estamos na
corda bamba, pessoas
que são a paz no meio do caos.

Que nos lembremos sempre que é infinita a sorte dos que têm pessoas assim na sua vida.

Aquelas que nos emprestam o seu coração para morar lá dentro, sem pedir nada, absolutamente nada, em troca.

Fonte: @asnove
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Viver com uma doença inflamatória intestinal é como viver em uma montanha-russa? https://farmale.com.br/2022/05/23/viver-com-uma-doenca-inflamatoria-intestinal-e-como-viver-em-uma-montanha-russa/ https://farmale.com.br/2022/05/23/viver-com-uma-doenca-inflamatoria-intestinal-e-como-viver-em-uma-montanha-russa/#respond Mon, 23 May 2022 22:03:37 +0000 https://farmale.com.br/?p=34347 Essa semana li um artigo que “caiu como uma luva” sobre como a doença de Crohn afeta a minha vida – me sinto em uma montanha-russa

A definição de MONTANHA-RUSSA foi citada para exemplificar a vida com a DII.

O que VOCÊ pensa sobre essa comparação da vida numa montanha-russa para as doenças inflamatórias intestinais – doença de Crohn e retocolite ulcerativa?

Eu tenho o diagnóstico da doença de Crohn desde 2003 e mesmo com pouquíssimos momentos de crise eu ainda sinto que a minha vida segue em uma montanha-russa, inclusive já usei essa definição algumas vezes quando compartilhei minha vivência com essa doença. 

Quando vou fazer meus exames de rotina, mesmo estando sem sintomas, fico preocupada com a possibilidade de ter perdido a remissão. (Qualquer palavra estranha aqui no texto, por favor, fique bem à vontade para perguntar nos comentários). Sei que as DIIs têm tratamentos, mas não ter cura e cursar com momentos de atividade e remissão faz com que eu veja o futuro um pouco imprevisível… e de vez em quando me pego pensando até quando a medicação fará efeito, se vou precisar de outra cirurgia, como será a próxima crise… se você tem DII, acho que já fez alguns desses questionamentos.

Empoderamento te faz protagonista da sua vida

Isso tudo poderia me tirar a paz, paralisar e viver com medo, mas eu preferi estar bem informada sobre a doença que faz parte da minha vida, não quero ser espectadora da doença e sim assumir o protagonismo da minha vida (acho que aqui tem um pouco da tal aceitação). O conhecimento tem sido minha fonte de tranquilidade, luz e por isso busco compartilhar com vocês informações realmente relevantes para que também possam seguir protagonistas das suas vidas. Lembrem-se sempre que não somos um diagnóstico e sim pessoas com sonhos, amores e muita vida além do diagnóstico.  

💜Acredito muito que o empoderamento te faz protagonista da sua vida.

Agora quero saber se você que leu até aqui (😅coisa difícil hoje em dia) já se sentiu numa montanha-russa🎢 com a DII.

O artigo

J.H. Feingold, et al. Empowered transitions: understanding the experience of transitioning from pediatric to adult care among adolescents with inflammatory bowel.

Tradução – Transições empoderadas: Compreendendo a experiência de transição dos cuidados pediátricos para adultos entre adolescentes com doença inflamatória intestinal e seus pais usando fotovoz.

Comente!

Agora quero saber se você que leu até aqui (coisa difícil hoje em dia) já se sentiu numa montanha russa com a DII.

 

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Saber dizer não https://farmale.com.br/2022/03/09/saber-dizer-nao/ https://farmale.com.br/2022/03/09/saber-dizer-nao/#respond Wed, 09 Mar 2022 12:03:02 +0000 https://farmale.com.br/?p=33388 🙋🏻‍♀Oi pessoal! 🌻Desejo que esse post te faça refletir sobre suas prioridades e o quanto é libertador saber dizer não na hora certa. 😉

📍Repost @contente.vc
Clube dos que dizem muito “sim” para as expectativas alheias e esquecem dos próprios sonhos: quantos membros? Nas redes sociais, nas relações de afeto e na vida em geral é muito fácil ceder às demandas dos outros em detrimento das nossas. E isso acontece por muitos fatores: medo de perder os laços que construímos, inseguranças, necessidade de aprovação etc. Mas a gente precisa impor alguns limites nessas dinâmicas, né?
A gente acredita que esses limites começam a ser delimitados quando aprendemos a dizer não. Então, por hoje, a gente deseja que você aprenda a dizer mais “não” para as expectativas alheias e mais “sim” para os seus próprios sonhos e planos. Qual é a sua maior dificuldade quanto a isso?

Fonte: https://www.instagram.com/p/CaUT3nlMiot/

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Saúde Mental de Profissionais da Educação https://farmale.com.br/2021/10/15/saude-mental-de-profissionais-da-educacao/ https://farmale.com.br/2021/10/15/saude-mental-de-profissionais-da-educacao/#respond Fri, 15 Oct 2021 13:39:18 +0000 https://farmale.com.br/?p=31648

Vagas para atendimento psicológico individual, para profissionais da educação de qualquer nível e de todas as formações e funções

 
📍Repost @aescolafala

*Saúde Mental de Profissionais da Educação*
 
No momento em que se celebra o dia dos professores, constatamos que profissionais da educação têm enfrentado já há algum tempo condições de trabalho difíceis e desfavoráveis. Os processos de desvalorização e a precarização do trabalho docente afetam já há bastante tempo a saúde dos profissionais deste setor. E nos últimos dois anos, a pandemia do Covid-19 veio ao mesmo tempo acelerar esses processos e introduzir novos fatores que afetam a saúde mental.
O projeto Saúde Mental de Profissionais da Educação foi desenvolvido pensando no atual panorama descrito acima. O adoecimento psicológico tem sido, infelizmente, uma realidade cada vez mais presente em trabalhadores do setor.
Estão abertas vagas para atendimento psicológico individual, para profissionais da educação de qualquer nível e de todas as formações e funções. Os atendimentos acolhem qualquer demanda psicológica, não apenas aquelas ligadas às questões de trabalho.
É cobrado um valor compatível com a realidade profissional no setor de educação, de forma que possa haver uma ampliação no acesso a um serviço de atendimento psicológico, e, ao mesmo tempo, o trabalho da(o) psicóloga(o) possa ser valorizado.
Caso tenha interesse, acesse o site do projeto e preencha o formulário.
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O Cuidado ao Luto https://farmale.com.br/2021/09/15/o-cuidado-ao-luto/ https://farmale.com.br/2021/09/15/o-cuidado-ao-luto/#respond Wed, 15 Sep 2021 11:30:27 +0000 https://farmale.com.br/?p=31375 O Cuidado ao Luto foi construído com três frentes assistenciais e tem a missão de ofertar suporte às pessoas que tiveram uma perda significativa pela covid-19.

Lidar com a perda de uma pessoa querida não é uma tarefa fácil. Sensações, que muitas vezes são desconhecidas, invadem e tomam conta. E, de repente, tudo parece novidade. É um mundo novo. “Que espaço é esse sem ela aqui?”

O luto é um processo longo de adaptação. O luto é uma reação emocional normal e esperada que surge quando perdemos alguém que temos um vínculo forte e significativo. É um processo individual, no qual cada um vai lidar e sentir de maneira única. Assim como a dor e o sofrimento, fazem parte as memórias, a saudade, as imagens, os cheiros, as músicas, as histórias vividas, que por vezes são difíceis de serem compartilhadas.

A partir do momento que a gente cuida do luto, a gente cuida também da história de amor, do laço afetuoso formado com o ente querido que perdemos. Cuidamos do legado da história vivida e com isso tentamos minimizar possíveis reações psicológicas desadaptativas e que provocam muita dor, além da sensação de solidão e tristeza presentes nesse processo.

O espaço de Psicoeducação tem a proposta de informar e orientar sobre aspectos que envolvem a temática do luto; a frente das Memórias refere-se à elaboração do luto a partir do compartilhamento das histórias de perdas pela covid-19, sendo ofertado cuidado a partir de uma devolutiva técnica e acolhedora que será realizada por um profissional especializado em luto; e o espaço Assistencial, que oferta atendimento individual e do grupo de apoio.

A escuta e o cuidado serão realizados por psicólogos voluntários e especializados na temática do luto. Todo o suporte prestado neste projeto terá pleno sigilo e será respeitado em sua totalidade. O processo de luto precisa de cuidados, e uma equipe experiente e solidária estará disponível para ajudar qualquer um que precise de suporte e escuta nesse momento.

Quem são

Essa ação foi idealizada e será executada pelo Instituto Entrelaços em parceria de cocriação com o Instituto Beaba (be-a-bá), unidos a profissionais parceiros e amigos que também desejavam oferecer cuidados, ações direcionadas e éticas para as significativas perdas advindas da covid-19.

Instituto Entrelaços atua há quase 10 anos como um espaço que oferece atendimento psicológico especializado a pessoas que experienciaram o rompimento de um laço afetivo. Possui diversas ações de apoio social como o Ambulatório de Intervenções e Suporte ao Luto, em funcionamento desde 2016.

Instituto Beaba é uma entidade que trabalha com suporte às crianças em tratamento oncológico. Sua expertise e diferencial é saber informar e comunicar de forma clara, objetiva e otimista sobre temas difíceis.

Para mais informações sobre o projeto, entre em contato com o Instituto Entrelaços:

(21) 2225-6155 (21) 97954-3131
[email protected]  [email protected]

Fonte: www.cuidadoaoluto.com.br/projeto/

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Quadros depressivos podem influenciar na adesão ao tratamento https://farmale.com.br/2020/11/09/quadros-depressivos-podem-influenciar-adesao-tratamento/ https://farmale.com.br/2020/11/09/quadros-depressivos-podem-influenciar-adesao-tratamento/#respond Mon, 09 Nov 2020 16:00:54 +0000 https://www.farmale.com.br/?p=11809 Quando a doença está em atividade podem surgir problemas psicossociais como ansiedade, depressão e outros transtornos que dificultam a adesão

Conviver e administrar uma enfermidade crônica não é uma tarefa fácil e, no caso das DII, torna-se ainda mais difícil quando a doença entra em atividade. Com isso, é comum que os pacientes apresentem, em algum momento, problemas psicossociais como ansiedade, depressão e outros transtornos que dificultam ainda mais a adesão aos tratamentos.

Um levantamento recente desenvolvido pela Universidade Federal de Juiz de Fora mostrou uma taxa de 40% de ansiedade e/ou depressão em indivíduos com DII, relacionada principalmente com pacientes em crise ou com a doença em atividade.

Médicos e pacientes trabalhando juntos

Para evitar que o quadro psicossocial impeça a continuidade do tratamento da doença de base, é fundamental que médicos e pacientes, ao perceberem ou suspeitarem de algum grau de depressão ou ansiedade importante, conversem para buscar o apoio de um profissional de saúde mental.

Segundo o Professor Dr Júlio Maria Fonseca Chebli, Gastroenterologista do Serviço de Gastroenterologia do Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora (HU-UFJF), em Minas Gerais, muitas vezes, o paciente só volta a aderir ao tratamento quando controla o quadro depressivo, que pode ser a base da não adesão aos medicamentos para DII.

“Também é sabido que a depressão diminui, muitas vezes, a efi cácia de algumas das drogas usadas para controlar a DII. Por esse motivo, é preciso discutir o problema claramente com o paciente para que ele aceite o tratamento psicológico, seja farmacológico ou através de terapia”. Professor Dr Júlio Maria Fonseca Chebli.

Além disso, é importante desmistificar o tratamento psicoterápico ou psiquiátrico, porque ainda existe muito preconceito social sobre o tema por parte de uma parcela da sociedade.

Fonte: Revista ABCD em Foco nº 69

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Doenças Inflamatórias Intestinais e a Saúde Mental https://farmale.com.br/2020/10/10/doencas-inflamatorias-intestinais-e-a-saude-mental/ https://farmale.com.br/2020/10/10/doencas-inflamatorias-intestinais-e-a-saude-mental/#respond Sun, 11 Oct 2020 00:54:27 +0000 https://www.farmale.com.br/?p=11616

Pacientes com DII apresentam maior prevalência de distúrbios psíquicos e emocionais do que a população em geral.

O Dia Mundial da Saúde Mental tem como data o dia 10 de outubro, instituído em 1992, pela Federação Mundial de Saúde Mental. Segundo a Organização Mundial de Saúde qualidade de vida é definida como: “a percepção do individuo sobre a sua posição na vida, no contexto da cultura e dos sistemas de valores nos quais ele vive, e em relação a seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações”.
Aproveito a data para conversarmos sobre doenças inflamatórias intestinais (DII), saúde mental e qualidade de vida.

O comprometimento da qualidade de vida relacionada à saúde é, reconhecidamente, uma das faces das DII.

Devido à frequência dos sintomas na faixa etária entre a adolescência e início da fase adulta, os pacientes vivem o desafio de conviver com a doença na tentativa de administrar e lutar com os sintomas, que interferem em sua expectativa relacionada à vida escolar, social e profissional.
As manifestações extraintestinais, como por exemplo: cutâneas, articulares e hepáticas, acompanhadas de mal-estar e algia, muitas vezes, alteram o curso da doença, atribuindo-lhe maior gravidade e limitação, provocando um impacto significativo na qualidade de vida dos pacientes.
De modo geral a melhora da satisfação de vida desse paciente necessita do tratamento clínico, psicológico e principalmente da ajuda fornecida pelo suporte social e familiar. Este suporte pode auxiliar na diminuição do estresse por eles vivenciado, pois consideram que os cuidados recebidos dos membros da família podem ajudá-los a ter maior controle sobre a doença.

Apoio e acolhimento no encontro entre pessoas que compartilham a mesma doença

Expressar sentimentos e trocar experiências de vida com indivíduos que apresentam o mesmo tipo de problema pode ser acolhedor. Nos grupos, os pacientes podem se sentir mais confortáveis para conversar e mais bem acolhidos, pois encontrarão apoio, segurança e sustentação para conviver melhor com a doença. “Nesses encontros, a pessoa pode se ver e se ouvir na fala do outro, pois todos apresentam sintomas e situações de vida semelhantes”. Apesar de ser importante tirar as dúvidas com o médico especialista, os grupos de suporte permitem que, na presença do outro, indivíduos com DII possam pensar e dividir histórias e experiências comuns. Destaca a Psicanalista Denise Steinwurz em entrevista para a ABCD.

Algumas recomendações para diminuir o estresse

Entre as recomendações para diminuir o estresse e a ansiedade também estão a prática de exercícios físicos, meditação e atividades de relaxamento – como tai chi chuan, ioga ou massagens relaxantes – que poderão ajudar a promover o bem-estar e a qualidade de vida dos pacientes, desde que a pessoa se sinta confortável com a prática.

ALEMDII – Associação do Leste Mineiro de Doenças Inflamatórias Intestinais

Apoiar, acolher e empoderar, alguns dos objetivos da ALEMDII para contribuir com a melhoria da qualidade de vida das pessoas com DII. Envie uma mensagem para 33 9905 1231 e faça parte da ALEMDII! Nosso site www.alemdii.org.br
Fontes:
MALDAUN, Daisy. Estudo da dinâmica familiar de pacientes com doenças inflamatórias intestinais (DII). 2012. 122 p. Tese (Doutorado) – Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciências Médicas, Campinas, SP. Disponível em: <http://www.repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/308761>
ABCD – Emoções Influenciam na DII

Leia mais:

Doenças Inflamatórias Intestinais e Fatores Emocionais

Qualidade de vida das pessoas com doenças inflamatória intestinais

Doenças Inflamatórias Intestinais impactam em mudanças de hábitos, costumes e comportamentos

Situações estressantes ou fortes emoções podem afetar os sintomas da Doença Inflamatória Intestinal


 

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Paz na alma e amor no coração https://farmale.com.br/2020/10/03/paz-na-alma-amor-no-coracao/ https://farmale.com.br/2020/10/03/paz-na-alma-amor-no-coracao/#respond Sat, 03 Oct 2020 12:29:44 +0000 https://www.farmale.com.br/?p=11551 É o que deixa nossa vida bonita

Entender isso, é libertador, porque deixamos de nos preocupar e incomodar com coisas insignificantes. Afinal, tudo o que custa nossa paz, torna-se caro demais, e não devemos nunca tentar pagar esse preço!
Demora, mas a gente entende, que não vale a pena brigar, discordar, reclamar e ir contra tudo e todos. A revolta não resolve nada, mas intoxica o sopro de vida que preenche nosso corpo.

Demora, mas a gente aprende a não se importar tanto com o que pensam e esperam de nós.

Pela paz a gente passa a ignorar as inverdades que dizem a nosso respeito, porque sabemos que a boca só fala o que transborda no coração. Então, para que discutir com quem vive carregando o peso de um coração cheio de ódio, rancor, inveja e frustração?
Quando estamos em paz, até a solidão se torna companheira, e de uma forma verdadeira a gente olha para si próprio, com honestidade. Gostamos do que vemos, aceitamos tudo o que somos, mesmo longe da perfeição, abraçamos as incertezas, e temos coragem para enfrentar o desconhecido.
Demora, mas a gente finalmente percebe que um dia bonito nem sempre é um dia de sol. Mas com certeza é um dia de paz.
Fonte: O Segredo

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Doenças Inflamatórias Intestinais e a Sexualidade https://farmale.com.br/2020/09/23/doencas-inflamatorias-intestinais-e-a-sexualidade/ https://farmale.com.br/2020/09/23/doencas-inflamatorias-intestinais-e-a-sexualidade/#respond Wed, 23 Sep 2020 23:00:09 +0000 https://www.farmale.com.br/?p=11512 A Sexualidade deve ser vista como um dos marcadores da qualidade de vida

As dificuldades e mudanças na sexualidade vivenciadas pelos pacientes com Doenças Inflamatórias Intestinais são complexas e desafiadoras e, justamente por isso, a abordagem multidisciplinar e a confiança entre o paciente e a equipe de saúde são extremamente importantes para o adequado manejo da doença e de suas repercussões.
A enfermeira do Ambulatório Multidisciplinar de Doenças Inflamatórias Intestinais do HCFMB, Jaqueline Ribeiro de Barros, mestre e doutoranda pelo Programa Fisiopatologia em Clínica Médica da FMB-UNESP, acrescenta que o profissional da saúde deve compreender qual o significado da palavra sexualidade para o paciente e abordar o tema durante a consulta, lembrando que não se restringe ao ato sexual, mas também envolve o carinho, a masturbação, o prazer, a companhia e, acima de tudo, o respeito entre as pessoas. “Devemos estar atentos às necessidades dos pacientes abordando todos os aspectos da doença, sejam físicos, emocionais ou sexuais, sempre buscando minimizar o impacto que a DII traz para a vida pessoal deles”, acentua.
“Os temas envolvidos com o relacionamento interpessoal, a intimidade sexual e emocional, a autoimagem e a atividade sexual devem ser abordados com todos os pacientes e, principalmente, com aqueles que convivem com uma doença inflamatória intestinal”, orienta a médica gastroenterologista Ligia Yukie Sassaki, professora doutora da disciplina de Gastroenterologia e Nutrição do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Botucatu da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (FMB-UNESP) e coordenadora clínica do Ambulatório Multidisciplinar de Doenças Inflamatórias Intestinais do Hospital das Clínicas de Botucatu (HCFMB).
Além da questão física, a maioria dos pacientes relata dificuldades relacionadas à presença de diarreia, dor abdominal, perda involuntária de fezes e indisposição, assim como doença perianal como fístulas, fissuras e abscessos, às vezes com saída de secreção purulenta e sangramento.
“A fadiga é outro sintoma comum entre os pacientes e muito incapacitante, não só para a atividade sexual como também para todas as atividades da vida diária”, relata a médica Ligia Yukie Sassaki.

A dificuldade em encontrar um parceiro é mais uma questão frequentemente relatada pelos pacientes, porque a doença pode limitar a vida social e os relacionamentos afetivos, principalmente na fase de atividade clínica.

Por tudo isso, o parceiro precisa compreender e aceitar as limitações que a doença pode causar na vida do paciente, entender a necessidade do tratamento contínuo e apoiá-lo em todos os momentos da doença.

Fonte: Revista ABCD em Foco Edição 66.

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