Cirurgia na Doença Inflamatória Intestinal

Postado em: 6 de outubro de 2017

Compartilhe essa publicação
Eu usei as medicações indicadas para o tratamento da doença de Crohn, fiz dilatações, pois em mim a doença se apresenta estenosante, claro que usei o corticoide, uso o mesmo #medicamentobiologico desde 2009 e mesmo assim a cirurgia no intestino foi necessária. Desde então estou em remissão?. Medo de cirurgia? É normal! Para melhorar isso, converse com o seu médico sobre o assunto, PERGUNTE TUDO!  Na consulta com o Cirurgião PERGUNTE TUDO!  Saber sobre o procedimento, dentro daquilo que você possa compreender, te dará confiança para seguir firme rumo à remissão e melhoria da sua qualidade de vida. DII não tem cura mas tem tratamento. 
 
Quando converso com vocês sobre a cirurgia fazer parte do tratamento, é sobre isso que quero que entendam.
 
Texto do GEDIIB:
 
O tratamento medicamentoso é uma escolha para os pacientes da DII, mas há situações em que a medicação não funciona. 
 
Nestes casos, a solução é a cirurgia, pois ela pode controlar os sintomas que a medicação já não consegue controlar. Pode ser que a melhor solução para o paciente, seja a retirada de parte do intestino. 
 
Durante a cirurgia, o médico removerá a parte afetada do intestino, e unirá duas partes saudáveis restantes (anastomose intestinal). Este procedimento é chamado ressecção. 
 
Em alguns casos, outras cirurgias são necessárias para a retirada de partes doentes do intestino. Algumas vezes a cirurgia é necessária apenas para remover um bloqueio ou obstrução no intestino, o que pode ser causado por uma inflamação grave. 
 
As ulcerações também podem causar sangramento e, quando este sangramento não pode ser contido, a cirurgia é necessária para remover a parte afetada do intestino. 
 
Novas técnicas cirúrgicas podem ser usadas para resolver esses problemas de forma mais fácil, com incisões (cortes) cada vez menores, e a recuperação se torna mais rápida. Os pacientes sentem uma grande melhora após a cirurgia, quando bem indicada. 
 
Fale com seu médico sobre esse assunto.
 
Fonte: GEDIIB 

Outros Artigos